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HistóriaHistóriaobjectivosMensagem do Criadordesenvolvimento sustentável

 

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Coudelaria Bessa de Carvalho

A Coudelaria foi fundada em 1988 por Francisco Bessa de Carvalho. Situa-se no Paúl d'Atela, em Alpiarça, onde existem excelentes condições naturais para a criação de cavalos em regime extensivo.
Coudelaria Bessa de Carvalho

Quinta da Fonte Santa

 

As éguas são sujeitas a desbaste e algum ensino para se avaliarem as suas qualidades e características, de modo a fazer um emparelhamento melhorador, tanto ao nível do padrão como da funcionalidade da Raça Lusitana. Muitas delas têm sido premiadas na categoria "Égua Montada" na Expoégua (Golegã). Predominam as pelagens ruça, castanha e isabel.
Actualmente utiliza como garanhões o SOBERANO (JB), premiado com 3 medalhas de ouro e 2 títulos de Campeão dos Campeões, TIXAQUIR (P), QUERER (RC). Utiliza, também, como garanhões, XENOFONTE, ARISTOCRATA e ASSÍRIO, produtos já da Coudelaria.

O principal objectivo da Coudelaria é produzir animais de qualidade, respeitando as características morfológicas e de carácter que identificam a Raça Lusitana.

  • A Coudelaria foi fundada em 1988 por Francisco Bessa de Carvalho. Iniciou-se a criação de equinos com um grupo de éguas do ferro Visconde dos Olivais (VO) e como principais garanhões Danúbio (ferro Manuel Veiga), campeão dos campeões no Campeonato Internacional do Puro Sangue Lusitano, em Lisboa, e Furacão (ferro Arsénio Cordeiro). Os primeiros produtos da Coudelaria datam de 1989 e 1990. Actualmente, ainda se utilizam éguas deste cruzamento ou sua descendência. Em 1995, a Coudelaria adquiriu para garanhão o cavalo Eleito (ferro Assunção Coimbra), campeão dos campeões da Feira Nacional do Cavalo, na Golegã, que juntamente com o Jade e Jaguar, já produtos da Coudelaria e ambos filhos de Danúbio, foram animais muito importantes na história pois, não só foram utilizados como reprodutores mas também foram ensinados até um elevado nível de Ensino .

  • Francisco Bessa de Carvalho cedo começou a interessar-se pelo cavalo lusitano. Começou a montar ainda em criança, no picadeiro do Lumiar. Foi aliás nesse Picadeiro que mais tarde conheceu Luís Valença que foi seu Mestre nos primeiros anos de aprendizagem. Francisco Bessa de Carvalho prosseguiu a sua aprendizagem e profissionalização como cavaleiro na Escola Portuguesa de Arte Equestre, onde entrou em 1984, pela mão do seu fundador Dr. Guilherme Borba, que foi seu Mestre durante largos anos. Desde então, faz parte dos quadros da Escola, sendo actualmente Picador.

  • Em 1992, assumiu as funções de Monitor de Equitação e Responsável Técnico de Centro Hípico, na Quinta da Fonte Santa, cujo cargo continua a exercer. Foi de 1999 até 2012 juiz da Raça nacional e Internacional e membro da comissão de inscrição no livro reprodutores, junto da Associação de Criadores do Cavalo Lusitano. Dada a sua enorme paixão pelos cavalos e especificamente pelos cavalos lusitanos, iniciou-se como criador (desta raça) no ano de 1988. Está envolvido em vários projectos, relacionados com o cavalo lusitano e a sua divulgação no Mundo.

  • A eguada pasta numa antiga várzea de arroz, no Paul d’Atela, Alpiarça, propriedade com excelentes condições naturais para a criação de cavalos em regime extensivo. As éguas constituem um grupo homogéneo em termos de características da raça e são, todas elas desbastadas e sujeitas a algum ensino para melhor avaliar das suas qualidades. Este procedimento tem como objectivo fazer um emparelhamento melhorador, tanto ao nível do padrão como da funcionalidade da Raça Lusitana, pois avaliam-se as características particulares de cada animal. Muitas delas têm sido premiadas na categoria "Égua Montada" na Expoégua (Golegã).

  • Actualmente, a Coudelaria tem feito uma forte aposta na disciplina de Dressage. Por volta de 2005, a Coudelaria adquiriu o garanhão Soberano (ferro Guilherme Borba) que é um excelente exemplo da Raça Lusitana (recebeu 3 medalhas de ouro e 2 títulos de Campeão dos Campeões nos concursos morfológicos da raça) e possui uma enorme aptidão para a Dressage na alta competição. Está neste momento a competir internacionalmente com o cavaleiro português Carlos Pinto, no nível Grande Prémio. Sendo assim, é utilizado como um dos garanhões principais, cujos filhos demonstram também grande funcionalidade e apetência para o Ensino.

  • Destaque também para o garanhão da casa Xenofonte d’Atela, que foi o 1º campeão dos campeões do nosso ferro na Feira do Cavalo Ponte de Lima, e que também utilizamos como reprodutor. Neste momento, está a competir na disciplina de dressage no nível de S. George com excelentes resultados.

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